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Força-tarefa contra milícia prende 16 em operação na capital e na Baixada Fluminense

A Polícia Civil iniciou na manhã desta quarta-feira (21) uma operação para “asfixiar” fontes de renda e cumprir mandados de prisão contra integrantes de milícias na capital e na Região Metropolitana do Rio.

Até as 13h20, 16 pessoas foram presas na operação.

Um dos presos é Arilson Lopes de Amorim, vulgo Arilso, integrante da milícia que atua no bairro de Andrade de Araújo, em Belford Roxo. A milícia é controlada por Marcinho Bombeiro, que foi detido em 2019.

Em Santa Cruz, na Zona Oeste, a polícia prendeu Bruno Lima Luiz, vulgo Bruninho do João XXIII. Contra ele, havia mandados de prisão por roubo majorado e estupro.

Agentes da Delegacia de Serviços Delegados (DDSD) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) desarticularam quatro depósitos de gás clandestinos explorados pelo miliciano Danilo Dias Lima, o Tandera, e encontraram provedores ilegais de internet explorados pela milícia.

Jasiel e outros dois corretores da milícia foram presos pela policia em Campo Grande — Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Jasiel e outros dois corretores da milícia foram presos pela policia em Campo Grande.

Entre os presos, também está Jasiel Farias de Brito. Ele é responsável por loteamentos clandestinos na região de Campo Grande, inclusive o do Monte das Oliveiras.

Ele foi preso com outros dois corretores que, segundo a polícia, estavam a serviço da milícia.

Recompensa por informações que possam levar à prisão de Tandera aumentou de R$ 1 mil para R$ 5 mil — Foto: Portal dos Procurados/Divulgação

Recompensa por informações que possam levar à prisão de Tandera aumentou de R$ 1 mil para R$ 5 mil.

Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) prenderam um suspeito com vários mandados de prisão por homicídio a mando de uma milícia na capital.

Entre os crimes investigados estão:

  • cobranças irregulares de taxas de segurança e de moradia;
  • instalações de centrais clandestinas de TV a cabo e de internet;
  • armazenamento e comércio irregular de botijões de gás e água;
  • empresas de GNV ilegais;
  • parcelamento irregular de solo urbano;
  • exploração e construções irregulares, areais e outros crimes ambientais;
  • comercialização de produtos falsificados e contrabando;
  • transporte alternativo irregular;
  • estabelecimentos comerciais explorados pela milícia e utilizados para lavagem de dinheiro.

Esse tipo de operação vem se repetindo desde o início do ano na região e é comandada por diferentes delegacias do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE): Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD); Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM); Delegacia do Consumidor (Decon); Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA); Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e Divisão de Capturas da Polícia Interestadual (DC-Polinter), DESARME, DRFC, DRF, DELFAZ, DCOD e da DRACO, com apoio de informações do Disque-Denúncia.

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